PIS e COFINS
Revisão da apuração, das bases de cálculo e de créditos não aproveitados, quando admitidos. O enquadramento depende da atividade, das operações e do regime de cada período.
DIREITO TRIBUTÁRIO · EMPRESAS E MUNICÍPIOS
Um novo olhar sobre
os valores recolhidos.
Tributos pagos a mais e créditos não aproveitados merecem atenção. Analisamos a realidade da sua empresa ou do seu município para identificar valores que possam ser recuperados, com fundamento e transparência.

O MESMO CUIDADO, REALIDADES DIFERENTES
Recuperar créditos começa por entender quem recolheu, como os valores foram apurados e quais regras se aplicam.
PARA EMPRESÁRIOS E EQUIPES FINANCEIRAS
PIS, COFINS, CSLL e IRPJ: revisão dos recolhimentos, das retenções e dos créditos, conforme o regime tributário e a atividade.
Ver análise para empresasPARA GESTORES E EQUIPES MUNICIPAIS
PASEP, Imposto de Renda retido na fonte e contribuições previdenciárias: atenção às particularidades das contas públicas.
Ver análise para municípiosRECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS PARA EMPRESAS
Em diálogo com a contabilidade, conferimos documentos fiscais e recolhimentos para avaliar possíveis pagamentos indevidos ou créditos ainda não utilizados.
Revisão da apuração, das bases de cálculo e de créditos não aproveitados, quando admitidos. O enquadramento depende da atividade, das operações e do regime de cada período.
Conferência de retenções, antecipações e pagamentos para identificar eventuais recolhimentos a maior ou saldos negativos passíveis de restituição ou compensação.
Pagamentos em duplicidade, retenções e contribuições previdenciárias também podem ser avaliados, conforme os documentos e as regras aplicáveis à empresa.
Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional têm regras distintas. As possibilidades de crédito e os procedimentos de recuperação não são os mesmos para todas as empresas.
RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS PARA MUNICÍPIOS
A análise considera a natureza das receitas, os recolhimentos e as particularidades do ente público, em diálogo com a procuradoria, a contabilidade e a gestão municipal.
Conferência das receitas e transferências consideradas na apuração, das deduções legalmente admitidas e dos valores recolhidos, para avaliar eventuais pagamentos indevidos.
Análise das retenções nos pagamentos a fornecedores de bens e serviços e da destinação dessas receitas ao município, observando o Tema 1.130 do STF e as regras aplicáveis.
Revisão dos recolhimentos relativos aos vínculos sujeitos ao RGPS, inclusive enquadramento do RAT e aplicação do FAP, quando cabíveis, a partir da folha e do histórico de pagamentos.
Questões envolvendo repasses, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), exigem exame específico dos demonstrativos e do fundamento jurídico. A existência de diferenças não pode ser presumida. Eventual contratação observa as regras da administração pública.
DO DIAGNÓSTICO AO ACOMPANHAMENTO
A avaliação reúne documentos, cálculos e fundamentos jurídicos. Antes de qualquer medida, você conhece as possibilidades, os riscos e as etapas do trabalho.
Examinamos os recolhimentos e o histórico para identificar possíveis diferenças, evitando pedidos em duplicidade.
Avaliamos a origem do crédito, os prazos e a documentação que sustenta cada valor.
Quando cabível, orientamos a restituição, o ressarcimento ou a compensação pela via administrativa, ou a discussão judicial, acompanhando as etapas do caso.
DOCUMENTOS PARA A ANÁLISE
Empresas: escriturações e declarações fiscais, notas, guias pagas e comprovantes de retenção.
Municípios: demonstrativos de receitas e repasses, guias, folhas de pagamento e registros de retenções.
Em ambos os casos: pedidos anteriores, compensações e processos relacionados aos valores em análise.
A relação será ajustada ao caso. No primeiro contato, informe apenas se representa uma empresa ou um município. Aguarde orientação para enviar documentos por canal adequado.
INFORMAÇÃO PARA DECIDIR
Não. A análise pode identificar valores recuperáveis ou concluir que os recolhimentos estão corretos. O direito depende dos fatos, dos documentos e das regras de cada período.
Nem sempre. Alguns créditos admitem pedido administrativo. Outras situações exigem discussão judicial. A escolha depende da origem do crédito, da documentação e do entendimento aplicável.
A restituição busca a devolução de um pagamento indevido ou a maior. A compensação usa um crédito admitido pela legislação para quitar débitos permitidos. Cada procedimento tem requisitos próprios; no âmbito federal, a compensação está sujeita à homologação da Receita Federal.
Pode ser possível, respeitados os prazos aplicáveis. Em muitos pedidos tributários, o prazo é de cinco anos, mas o marco inicial e a forma de contagem dependem da natureza do crédito. Por isso, é necessário analisar cada período.
Sim, os recolhimentos podem ser analisados. Porém, os créditos e os procedimentos seguem as regras próprias do regime. Estar no Simples não dá acesso automático aos créditos de PIS e COFINS de outros regimes.
Valores e viabilidade dependem da análise. O tempo de recuperação também varia conforme o procedimento e a atuação dos órgãos responsáveis. As possibilidades e os riscos são explicados antes da adoção de medidas.
FONTES PARA CONSULTA
Empresas: consulte as orientações da Receita Federal sobre compensação de tributos federais ↗ e saldos negativos de IRPJ e CSLL ↗.
Municípios: consulte a Lei nº 9.715/1998, sobre PIS/PASEP ↗ e o Tema 1.130 do STF, sobre IRRF ↗. Os prazos de restituição são tratados no Código Tributário Nacional ↗.
UM PRIMEIRO PASSO COM CLAREZA
Conte se você representa uma empresa ou um município. Orientamos sobre o início da análise e os documentos necessários para entender as possibilidades.
Conversar no WhatsAppAtendimento com respeito e confidencialidade.Decisões conscientes
começam com uma
análise bem feita.
PROXIMIDADE, DO INÍCIO AO FIM.QUEM ESTÁ AO SEU LADO
Advogado desde 2006, com atuação em Direito Tributário e Administrativo. Doutor em Processo Constitucional e Tributário pela PUC-SP, com estágio de pesquisa na Universidade de Coimbra, mestre em Direito Administrativo e especialista em Direito Tributário pela PUC-SP. Professor de graduação e pós-graduação e palestrante, une experiência acadêmica e prática profissional para orientar cada caso com rigor técnico, transparência e atenção às particularidades do contribuinte.
Rigor na análise. Transparência nas decisões. Atenção à sua história.