DIREITO TRIBUTÁRIO · EMPRESAS E MUNICÍPIOS

Recuperação
de Créditos

Um novo olhar sobre
os valores recolhidos.

Tributos pagos a mais e créditos não aproveitados merecem atenção. Analisamos a realidade da sua empresa ou do seu município para identificar valores que possam ser recuperados, com fundamento e transparência.

Análise individual. Clareza em cada etapa.
Ambiente de escritório com mesa de reunião e iluminação natural
RIGOR NA ANÁLISE. CLAREZA NAS POSSIBILIDADES.
06 / 06
Análise fundamentadaTransparência nos cálculosAcompanhamento próximoÉtica em cada decisão

O MESMO CUIDADO, REALIDADES DIFERENTES

Cada realidade pede
uma análise própria.

Recuperar créditos começa por entender quem recolheu, como os valores foram apurados e quais regras se aplicam.

RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS PARA EMPRESAS

As contas da empresa
merecem atenção.

Em diálogo com a contabilidade, conferimos documentos fiscais e recolhimentos para avaliar possíveis pagamentos indevidos ou créditos ainda não utilizados.

01

PIS e COFINS

Revisão da apuração, das bases de cálculo e de créditos não aproveitados, quando admitidos. O enquadramento depende da atividade, das operações e do regime de cada período.

02

IRPJ e CSLL

Conferência de retenções, antecipações e pagamentos para identificar eventuais recolhimentos a maior ou saldos negativos passíveis de restituição ou compensação.

03

Outros recolhimentos

Pagamentos em duplicidade, retenções e contribuições previdenciárias também podem ser avaliados, conforme os documentos e as regras aplicáveis à empresa.

RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS PARA MUNICÍPIOS

Rigor técnico para
os recursos públicos.

A análise considera a natureza das receitas, os recolhimentos e as particularidades do ente público, em diálogo com a procuradoria, a contabilidade e a gestão municipal.

01

PASEP

Conferência das receitas e transferências consideradas na apuração, das deduções legalmente admitidas e dos valores recolhidos, para avaliar eventuais pagamentos indevidos.

02

Imposto de Renda retido

Análise das retenções nos pagamentos a fornecedores de bens e serviços e da destinação dessas receitas ao município, observando o Tema 1.130 do STF e as regras aplicáveis.

03

Contribuições previdenciárias

Revisão dos recolhimentos relativos aos vínculos sujeitos ao RGPS, inclusive enquadramento do RAT e aplicação do FAP, quando cabíveis, a partir da folha e do histórico de pagamentos.

DO DIAGNÓSTICO AO ACOMPANHAMENTO

Primeiro, os dados.
Depois, o caminho.

A avaliação reúne documentos, cálculos e fundamentos jurídicos. Antes de qualquer medida, você conhece as possibilidades, os riscos e as etapas do trabalho.

  1. 01

    Levantamento e conferência

    Examinamos os recolhimentos e o histórico para identificar possíveis diferenças, evitando pedidos em duplicidade.

  2. 02

    Análise jurídica e cálculos

    Avaliamos a origem do crédito, os prazos e a documentação que sustenta cada valor.

  3. 03

    Medida adequada e acompanhamento

    Quando cabível, orientamos a restituição, o ressarcimento ou a compensação pela via administrativa, ou a discussão judicial, acompanhando as etapas do caso.

DOCUMENTOS PARA A ANÁLISE

01

Empresas: escriturações e declarações fiscais, notas, guias pagas e comprovantes de retenção.

02

Municípios: demonstrativos de receitas e repasses, guias, folhas de pagamento e registros de retenções.

03

Em ambos os casos: pedidos anteriores, compensações e processos relacionados aos valores em análise.

A relação será ajustada ao caso. No primeiro contato, informe apenas se representa uma empresa ou um município. Aguarde orientação para enviar documentos por canal adequado.

INFORMAÇÃO PARA DECIDIR

Dúvidas frequentes.

Toda empresa ou município tem créditos a recuperar?

Não. A análise pode identificar valores recuperáveis ou concluir que os recolhimentos estão corretos. O direito depende dos fatos, dos documentos e das regras de cada período.

É preciso entrar com uma ação judicial?

Nem sempre. Alguns créditos admitem pedido administrativo. Outras situações exigem discussão judicial. A escolha depende da origem do crédito, da documentação e do entendimento aplicável.

Qual a diferença entre restituição e compensação?

A restituição busca a devolução de um pagamento indevido ou a maior. A compensação usa um crédito admitido pela legislação para quitar débitos permitidos. Cada procedimento tem requisitos próprios; no âmbito federal, a compensação está sujeita à homologação da Receita Federal.

É possível recuperar valores de anos anteriores?

Pode ser possível, respeitados os prazos aplicáveis. Em muitos pedidos tributários, o prazo é de cinco anos, mas o marco inicial e a forma de contagem dependem da natureza do crédito. Por isso, é necessário analisar cada período.

A empresa pode ser do Simples Nacional?

Sim, os recolhimentos podem ser analisados. Porém, os créditos e os procedimentos seguem as regras próprias do regime. Estar no Simples não dá acesso automático aos créditos de PIS e COFINS de outros regimes.

Há garantia de valor ou prazo para receber?

Valores e viabilidade dependem da análise. O tempo de recuperação também varia conforme o procedimento e a atuação dos órgãos responsáveis. As possibilidades e os riscos são explicados antes da adoção de medidas.

FONTES PARA CONSULTA

Informação fundamentada.

UM PRIMEIRO PASSO COM CLAREZA

Vamos olhar para
essas contas com cuidado?

Conte se você representa uma empresa ou um município. Orientamos sobre o início da análise e os documentos necessários para entender as possibilidades.

Conversar no WhatsAppAtendimento com respeito e confidencialidade.

Decisões conscientes
começam com uma
análise bem feita.

Dr. Rubens Ferreira JúniorPROXIMIDADE, DO INÍCIO AO FIM.

QUEM ESTÁ AO SEU LADO

Conhecimento jurídico.
Presença humana.

Dr. Rubens Ferreira Júnior

OAB/SP 246536

Advogado desde 2006, com atuação em Direito Tributário e Administrativo. Doutor em Processo Constitucional e Tributário pela PUC-SP, com estágio de pesquisa na Universidade de Coimbra, mestre em Direito Administrativo e especialista em Direito Tributário pela PUC-SP. Professor de graduação e pós-graduação e palestrante, une experiência acadêmica e prática profissional para orientar cada caso com rigor técnico, transparência e atenção às particularidades do contribuinte.

Rigor na análise. Transparência nas decisões. Atenção à sua história.

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